sábado, 9 de maio de 2009

Future

Cara posteriedade,
Escrevo-lhes em um dia comum do ano de 2009.
Gostaria que minhas palavras não fossem em vão e que ajudassem em alguma coisa, já que idéias simples e concientizações não adiantaram nada - como vocês bem sabem -, espero que conselhos possam amenizar um pouco a gravidade da situação.
Estou em uma época em que televisões nos passam apenas informações. Podemos ouvir as pessoas que falam, porém nao podemos respondê-las nem tocá-las. Máquinas de teletransporte não existem e entendemos a expressão 'voltar ao passado' como uma forma de relembrar os acontecimentos antigos. Nossos carros circulam pelas estradas - sim, nós andamos com eles e não voamos -. Jogamos lixo no chão e desmatamos nossas florestas (deixo fotos de como são belas as plantas, gostaria de deixar o perfume das flores também, para que vocês conhecessem as belezas e sentissem a fragrância natural delas). Não posso deixar de mencionar os animais. Eles são seres vivos, como nós, se comunicam conosco e são lindos, mas nós estamos acabando com eles também. Sinto por ao invés de sentir o calor e maciez do pêlo de um animal vocês tenham que tocar em uma estrutura mecânica fria e sem vida. Desculpem-nos por isso.
Sei que gostam da vida robótica que vocês levam, sei também que só gostam por não terem opção. Na real fomos nós, humanidade do século XXI, que escolhemos essa vida pra vocês. Deviamos ter pensado melhor na vida futura, mas sabem como é a ganância não é mesmo? Pior que qualquer bomba ou guerra, destrói mais que qualquer furacão.
Já que não tem mais volta, como não há mais possibilidade de erro ou concerto, aconselho que cuidem do mundo em que vocês vivem. Ele não é tão natural agora, pois deixamos a tecnologia falar mais alto que nossos sentimentos ou razões, mas cuidem dele para que seus filhos não tenham que nascer em um pulmão artificial que tecnologicamente produz ar para respirarem.
Vivam, pulem, gritem, cantem, se apaixonem, façam loucuras, corram, sonhem, corram atrás deles e façam o possível para realizá-los. Viva a vida do jeito que ela é, não precisamos de mais evolução tecnológica para manipular o que resta de vida humana em nossa sociedade.
Não quero que deixem de criar, nem que deixem de acreditar nos benefícios de criações. Mas tudo que é em excesso faz mal.
Deixem o destino e a vida tomarem seus devidos lugares.
Atenciosamente, Larissa Airoldi.


recadim..
tia swa só vai postar nos finais de semana agora, vida corrida posha ;$
Beijo pra todo mudno que passa por aqui *-* own

domingo, 3 de maio de 2009

Ser ou não ser?

"E, as escolhas que fizemos são, no final das contas, nossa própria responsabilidade." - Eleanor R.

Hoje - só hoje - eu me dei conta de que estamos constantemente fazendo escolhas. Quando o dia começa temos que decidir se iremos levantar da cama ou se vamos ficar mais 5 minutos dormindo, após essa terrível decisão, temos que decidir novamente se o café vai ser preto ou com leite. O que comer no almoço.. frango ou carne? E de sobremesa chocolate ou sorvete? Estudar para a prova agora ou deixar para o ultimo dia? Ser bom aluno ou repetir o ensino médio várias vezes? Tentar conhecer as pessoas ou ficar com o conceito que temos delas?
Conclusão: por mais que a escolha seja simples como qual meia usar hoje, a - tão temida - escolha faz parte de nossos dias.
Mas como saber se o que escolhemos é certo ou errado para nós? Como saber se o que eu acho bom pra mim realmente vai ser o melhor ou como posso ter garantia de que não vou me machucar escolhendo? Será que, um dia, poderemos ter o senso da escolha certa?
Gostaria que cada opção que tivéssemos aparecesse em um computador mental que apresentasse os prós e os contras, caso você a escolha. Seria tão mais fácil. Mas ao mesmo tempo acho que seria sem graça, pois ao escolher, você já saberia o que aconteceria no futuro. Mas, por outro lado, saber o que aconteceria no futuro seria de grande ajuda, pois podemos evitar - ou não - algo ou então simplesmente deixar acontecer (perceberam as opções presentes? eis que a escolha aparece de novo). Então, será que a graça está na dúvida, na incerteza, ou seria bem melhor se tivéssemos o computador mental? Só preciso de respostas, somente respostas. Então, como saber se a escolha que fazemos é certa ou errada para nós? :$

Recadim tanana
Pessoas, peço 173293 desculpas pelos dias sem postar e sem responder os comentários. Deu a lok na minha internet e ela só voltou ontem, comolidar u-u Agradeço a todos que torceram por mim e lhes informo que a torcida deu ceeeerto *-* eu passei na entrevista e estou rumo ao meu 1º emprego, tanana \o
Beijo enorme pra todos vocês, e uma ótima semana *-* t3

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Dangerous

Uma hora você tem que tomar uma decisão. As fronteiras não mantêm as pessoas para fora; elas te prendem dentro de si. A vida é confusa mesmo, é assim que fomos feitos. Então você pode desperdiçar sua vida desenhando linhas ou então você pode viver cruzando-as. Mas há algumas que são perigosas demais para serem cruzadas. E aí vai o que eu sei: se você estiver disposto a jogar a preucação pela janela e se arriscar, a vista do outro lado é espetacular. (Grey's Anatomy)

aah eu tenho que contar que hoje eu passei pela minha primeira entrevista de trabalho socorrrrrr!11!1 Primeiro emprego é super cuute, estou me sentindo mais responsável, ã -] Torçam por mim (yn) Obrigada por todas as visitas e comentários, gente gata *-*

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Destiny

Às vezes estamos em rota de colisão e não sabemos. Seja por acidente ou por destino, não há nada que possamos fazer.

Uma mulher em Paris ia sair para fazer umas compras, mas esqueceu o casaco e voltou atrás para ir pega-lo. Quando pegou o casaco, o telefone tocou, parou para atender e falou durante uns minutos. Enquanto estava no telefone, Daisy ensaiava na Ópera de Paris, e enquanto ensaiava, a mulher que falava ao telefone saiu para pegar um táxi que acabou pegando outra mulher. Um taxista terminou seu serviço mais cedo e parou para tomar um café. E durante esse tempo todo Daisy continuava ensaiando. Esse taxista que acabou seu serviço mais cedo e que parou para tomar um café pegou a mulher que ia fazer compras e que perdeu o táxi anterior. O taxista foi obrigado a parar devido a um homem que estava atravessando a rua e que tinha saído 5 minutos mais tarde para seu trabalho porque tinha esquecido de ligar seu despertador. Enquanto esse homem, atrasado para o trabalho, estava atravessando a rua, Daisy tinha terminado o ensaio e estava tomando um banho. Enquanto Daisy estava tomando banho, o taxista esperou na frente da loja onde a mulher foi pegar uma encomenda que ainda não estava embrulhada porque a moça que era suposto faze-lo tinha terminado com o namorado na noite anterior e tinha esquecido. A encomenda foi embrulhada e a mulher voltou ao táxi que tinha sido bloqueado por um caminhão de transportes, enquanto Daisy estava se vestindo. A camioneta seguiu e o táxi continuou a andar, enquanto Daisy, a ultima a se vestir, esperava por uma de suas amigas, que tinha desamarrado um cadarço. Enquanto o táxi estava parado no semáforo, Daisy e sua amiga saíam por trás do teatro.
E se apenas uma coisa acontecesse de forma diferente, se o cadarço não tivesse desamarrado, ou se o caminhão de transporte tivesse sido mais rápido, ou se a encomenda tivesse sido embrulhada pela mulher que não tivesse terminado com o namorado, ou se o homem tivesse ligado o despertador, ou se o taxista não tivesse parado para tomar o café, ou se a mulher tivesse lembrado de pegar o casaco e teria pego o táxi primeiro, Daisy e a amiga tinham atravessado a rua e o táxi tinha passado por elas. Mas a vida, sendo como é, uma série de vidas e incidentes interligados, sem interferência de ninguém, fez com que aquele táxi surgisse - o motorista estava momentaneamente distraído - e aquele táxi atropelou Daisy, e sua perna quebrou, acabando com sua carreira de dançarina. (O curioso caso de Benjamin Button.)